segunda-feira, 25 de julho de 2016
segunda-feira, 18 de julho de 2016
quarta-feira, 4 de maio de 2016
sábado, 28 de março de 2015
Parei para melhor apreciar esta modesta montra, num velho bairro, não menos modesto, de Lisboa.
O meu pensamento voou para os anos 60, quando eu menino entrei para o Liceu, e aquelas sapatilhas brancas eram obrigatórias nas aulas de Educação Física.
Já quase ninguém as usa, calculo.
Soube-me bem recordar.
terça-feira, 17 de março de 2015
segunda-feira, 16 de março de 2015
sábado, 10 de maio de 2014
sábado, 29 de setembro de 2012
Outros tempos...
Há tempos, tive oportunidade de visitar as antigas instalações de "O Século".
Enquanto fotografava, lembrei o ardina que, enrolando o jornal, o enviava para a varanda do 4º andar onde eu morava, o tempo em que os jornais faziam parte integrante do nosso quotidiano, de manhã e à noite, títulos como o "Diário Popular" e o "Diário de Lisboa", "A Capital" que em jovem comprava apenas para ler o editorial de Francisco Sousa Tavares, os desportivos, o tamanho dos matutinos, enormes, o número avassalador de páginas, o cheiro, as mãos sujas de tinta após a leitura, as bolsas gigantescas que os vendedores de jornais punham ao ombro, os pregões, enfim, um passado varrido pelos computadores, pelas televisões, pelo acesso instantâneo à informação.
Esqueci, por momentos, a Censura.
E tive saudades.
sábado, 8 de setembro de 2012
Esmaltes.
Negócios que vinham dos tempos em que Lisboa não tinha água canalizada.
Que à falta de montras expositoras, aproveitavam uma simples janela para apresentar os produtos.
Santa Marta.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
domingo, 15 de janeiro de 2012
domingo, 25 de dezembro de 2011
Laçarotes
Em tempo de presentes.
Mais ausentes, seguramente.
Lisboa tem poucos para desembrulhar, e limitou-se aos indispensáveis.
No Natal de 2009 até os prédios ostentavam laçarotes de Festa.
Talvez com alguma inconsciência.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Rua das Gaivotas
Na rua delas, não avistei gaivota nenhuma.
Deduzi que não haveria tempestade no mar.
Varandas rendilhadas, janelas abertas, roupa a secar, flores.
Cheirava bem. A Lisboa.
sábado, 5 de novembro de 2011
Poetas de Lisboa (21)
"Travessa da Espera"
“- Diz-me de quê.
Depressa.
Ou porquê. Ou por quem.
- Não tenhas pressa.
É tarde. Já não vem ninguém.”
Pedro Bandeira Freire
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Sabe bem.
Em tempo de angústia, incógnita, tristeza e descrença, sabe bem olhar para uma janela florida e cuidada, mesmo que se constate que o colorido plástico substituiu o natural.
Ainda há quem se preocupe com o aspecto, e ainda que as aparências possam iludir, julgo que a dona desta janela em Alfama, vive de bem consigo.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Volto já..
Não escrevi, mas podia ter escrito.
Numa ilha do Atlântico Norte, chamada Pico, passarei por aqui menos vezes.
Compreenderão.
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