quinta-feira, 9 de julho de 2009

Instantâneos (15)



Escondidos em entradas de prédios, "tesouros" deste quilate passam despercebidos a quem não espreite portas semi-abertas. Mas, de quando em vez, são descobertos pela curiosidade e interesse de quem os procura.

Comércio que persiste em resistir à voragem do tempo, com dificuldades nítidas que se enfrentam com a coragem adquirida por décadas de existência, herança de avós que se respeita, restos de uma Lisboa típica e característica que alguns ainda tentam preservar.

Na Rua de S.Julião.

3 comentários:

pin gente disse...

eu adoro espreitar em porta semi abertas onde a vida circula... também as há cá pelo porto. triste fico quando as vejo fechadas, acorrentadas... ou aberta e cheias de vazios, sem vida!

um abraço
luísa

Ana Cristina Casqueiro Haderer disse...

Adoro! E conheço bem que trabalhei 2 anos na rua São Julião. Lisboa antiga e tão bonita

Maria João disse...

Passear por Lisboa é para mim, uma forma de reencontro com tudo o que foi significativo na minha infância e inicio da vida adulta. Quando tenho a oportunidade de o fazer, procuro com o olhar recantos como este, sinais de parte da minha vida que ainda, felizmente, se encontra gravada ali.

Um abraço