quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

As Cores de Lisboa (13)



Mouraria.

6 comentários:

Anónimo disse...

Já só o corrimão parece firme e perene.
Que episódios de vida terão abrigado as caixas agora devassadas? Que missivas, de quem, de onde e de quando?

[interessante o cuidado do rosa, que parece ser a cor mais posterior]

Maria João disse...

Lisboa exerce sempre em mim um fascínio especial. É a minha cidade. Como nenhuma outra, irradia uma luz própria, única, que dá cor diferente e singular a todas as outras.
Gosto da temática e do formato do blogue.
Obrigado pelos detalhes que oferece.
Continuarei a visititá-los.
Eu estou em:
Pequenos Detalhes
http://mariaescrevinha.blogspot.com/
Lisboa Antiga também lá estará.

José Quintela Soares disse...

Obrigado, Maria João, pelas amáveis palavras.
O "Pequenos Detalhes" também já está nos meus links.

E obrigado ao "anônimo", que pela ortografia, deve estar no Brasil.

Rui Luis Lima disse...

Caro José Quintela Soares
Estas cores de Lisboa, transportam consigo a passagem do tempo: o rosa já não oferece o colorido de outrs tempos e o verde da caixa do correio, até parece que perdeu a vida da correspondência que tarda a chegar. No entanto a porta está aberta e a vida ainda espreita naquele prédio, porque o sorriso ainda navega por aquelas paredes.
Abraço cinéfilo e bom fim-de-semana
Paula e Rui Lima

Helena de Tróia disse...

Uma casa portuguesa, concerteza!:-)

Ana Cristina Casqueiro Haderer disse...

Belíssima fotografia como tantas no seu blog. Obrigada por nos lembrar a Mouraria, bairro supra-lisboeta como diria um Fernando Pessoa. As escadinhas de Lima oferecem ma perspectiva interessante, passeie um dia por lá...