quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Eça



Eça.
Na zona “nobre” da cidade.
Mas sujo.
Maltratado.

Eça.
Que merecia mais.
Ao menos limpeza.
Assídua.

Eça.
Da sua inspiração crítica, nasceria certamente um belo texto.
Sobre esta “pobreza” que envergonha.

Eça.
Essa…não se lhe faz!

4 comentários:

teresamaremar disse...

O meu avô contava uma historieca sobre esta escultura :)

Dizia que a empregada do Eça, ao vê-la dissera:

"O senhor está muito parecido, mas a senhora nem por isso"

José Quintela Soares disse...

:))

Essa história, teresamaremar, fez-me lembrar outra.
A empregada de um amigo meu, completamente analfabeta (como era usual nos anos 60), estava proibida de atender o telefone, visto que só dizia disparates.
Um dia, quando a mãe dele chegou a casa, diz-lhe a empregada:
"Minha senhora, telefonou a sua irmã Laura".
"Mas tu estás proibida de atender o telefone!"
"Não atendi. Conheci pelo toque!".

teresamaremar disse...

hihi

:)

Ralf disse...

Prezado José e prezada Teresa,
obrigado ! Coloquei link/anedota no meu post.
A statua era marmore e é bronze agora ?
Ralf