sábado, 7 de maio de 2011

Tristeza...



Este já apodrecido cartaz está ali há muitos anos.
As já apodrecidas instalações também.
E a nossa igualmente apodrecida paciência…a tudo resiste.
Agora na bancarrota…qual piscina….


sábado, 30 de abril de 2011

Remos sem Mãos




Em tarde calma, os barcos aguardam, em vão, por quem queira pegar nos remos.


Quase ninguém, afirma-nos quem os aluga.


Tradição que vai morrendo em época de electrónica e digital.


Mais uma.

sábado, 23 de abril de 2011

Rectas e Curvas



E o candeeiro apagado parece querer proteger este tipo de arquitectura, numa Lisboa que a não sabe conservar.
Ou não quer.

sábado, 16 de abril de 2011

Rossio


Sabe bem, com este calor primaveril.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

domingo, 3 de abril de 2011

Outras eras


As vizinhas gritavam de janela para janela.

O pequeno comércio vivia bem, não era necessário sair da rua para fazer compras.

Roupa estendida em improvisados varais. Colorido.

Lisboa antiga, com Tejo sempre em fundo.