terça-feira, 6 de novembro de 2007

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Lisboa sempre foi caracterizada por ser a cidade do “tapa buracos”.
Nada se reparava em condições, “remendava-se” o pavimento, adiando o inevitável.
Mas supunha-se que era só nos pavimentos…

Engano.
Parece que a “febre” chegou às pobres árvores…

Sem comentários…

4 comentários:

Berta Helena disse...

Caro José Quintela Soares,

Obrigada pelas suas palavras. Tomei-as por um estímulo e gostaria de seguir o seu conselho. Mas publicar como? Onde está a editora?

É a primeira vez que o visito, confesso. Voltarei com mais tempo para ler os seus textos com o tempo que eles merecem. Dei apenas uma vista de olhos e fiquei bem impressionada, tanto mais que gosto muito de Lisboa.

Obrigada pela sua muito simpática visita.

Rui Luís Lima disse...

olá josé quintela soares!
durante as férias estivemos sentados em jardins a ler e não fomos abordados por ninguem, tal como nós haviam dezenas de pessoas a fazer o mesmo, uns liam, outros conversavam outros almoçavam e as árvores estavam bem tratadas e os caminhos estavam limpos e havia segurança não visível, ali era possível sentir o odores da natureza.
noutros locais verdejantes na mesma cidade, descobrímos centenas de pessoas a fazerem o mesmo, usufruir da natureza.
na minha Lisboa onde nasci estar num jardim público a ler um livro é um risco elevado...
ainda sobre os buracos em Lisboa, recordo que em criança ao ver o "Yellow Submarine" dos Beatles no Estúdio 444, às tantas eles caíam em buracos e diziam que estavam em Lisboa, quase 40 anos depois tudo permanece na mesma.
um abraço cinéfilo

Bic Laranja disse...

Mas que diabo!...
Cumpts.

Luar disse...

Couves nos buracos da estrada eu já vi agora esta, juro que nem a mim que sou "maluquinha" me passaria tal coisa!!!
Será a rarissíma árvore "cimentola"?!