
"Lisboa sob névoa"
"Na névoa, a cidade, ébria
oscila, tomba.
Informes, as casas
perdem o lugar e o dia.
Cravadas no nada,
as paredes são menires,
pedras antigas vagas
sem princípio, sem fim."
Fiama Hasse Pais Brandão
"Olhai senhores...esta Lisboa de outras eras."
2 comentários:
Excelente retrato a P&B. adorei!
Caro José Quintela Soares!
Este belo poema da Fiama convida-nos a meditar sobre a cidade que nos viu nascer.
Abraço cinéfilo
Paula e Rui Lima
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