
Quando eu era petiz, os amoladores palmilhavam as ruas, soprando a gaita-de-beiços, empurrando a roda que fazia andar o carrinho de madeira, com um ou outro guarda-chuva pendurado, à espera de reparação. E tesouras. E facas.
Como muitos dos vendedores ambulantes de então, desapareceram.
Mas há quem resista…se "modernize"….se perpetue.
É tosco, mas achei irresistível.
Oxalá dure muitos anos.




