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segunda-feira, 23 de agosto de 2010

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Veleiro


Lisboa, cidade de marinheiros.
De rio, de mar, de aventura, de desconhecido.
De veleiros, naus e caravelas.


Ao fim desta tarde, velas recolhidas.
Mastros e cordame nos seus postos.
Também eles, provavelmente, a apreciar os tons do céu.
Nesta Cidade de sempre.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Êxtase

A(s) cor(es).
Íngreme, de paralelepípedo velho.
Lisboa que sobe e desce. E que extasia.


(Calçada do Monte)

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Veleiro


Mastros que apontam o céu de um futuro incerto.
Que arriscaram no passado o desbravar dos grandes mares.
Hoje amorfos.
Hoje sem préstimo.
Hoje no cais.
E as velas. Enroladas. Escondidas.
Envergonhadas?
Outrora bem desfraldadas aos ventos. Indómitas.
Mastros, velas, ousadia, destemor. Arrojo.

Um povo. Uma História.


(Rocha do Conde de Óbidos)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Cais


Barcos, amarras e pneus.
Cais, cor e âncoras.
Lisboa, rio e guindaste.

Vocação de um povo que buscou no mar
O que a terra não tinha.
Ou não lhe dava.
Marinheiros sempre.

sábado, 29 de setembro de 2007

Tejo


Indiferente ao moderno autocarro, aos automóveis próprios de outro tempo, que não o seu, aos guindastes e contentores, semáforos e pontes giratórias, símbolos da pressa e talvez da disciplina, o velho veleiro, sóbrio e quase despercebido, entra no porto.

Ninguém repara.

Silenciosamente, como é seu timbre, e devagar, procura o seu lugar de descanso.

Que merece.