
Rua estreita. Curta. E simples.
Lisboa “operária”, castiça, nossa.
Com ou sem obras nos estores das minúsculas varandas, malmequeres ou craveiros nas janelas abertas ao sol primaveril de uma tarde de Maio, roupa estendida, aproveitando o calor.
Cores múltiplas.
Faltam os pregões de outrora. E os operários.
Ficou o velho candeeiro, testemunha de época, e não apenas nocturna.
Lisboa antiga.
Eterna.
(Fotografia tirada perto da Rua do Poço dos Negros)
Lisboa “operária”, castiça, nossa.
Com ou sem obras nos estores das minúsculas varandas, malmequeres ou craveiros nas janelas abertas ao sol primaveril de uma tarde de Maio, roupa estendida, aproveitando o calor.
Cores múltiplas.
Faltam os pregões de outrora. E os operários.
Ficou o velho candeeiro, testemunha de época, e não apenas nocturna.
Lisboa antiga.
Eterna.
(Fotografia tirada perto da Rua do Poço dos Negros)






